Arnaldo Canibal Antunes
Arnaldo Canibal Antunes

Arnaldo Canibal Antunes

Modelo: Artes/comunicação
Disponibilidade: Em Estoque
R$ 39,90

A lista do currículo de Arnaldo Antunes é extensa: ex-Titãs, ex-Tribalistas, poeta, pintor e músico solo. Apesar de multi-artista, Arnaldo Antunes mantém uma identidade própria que é constante em sua obra, mas que, ao mesmo tempo, pode ser vista como uma amálgama das influências que constroem seu processo criativo. E é essa capacidade de consumir fontes diversas e digeri-las numa obra própria que torna o artista o objeto de estudo de “Arnaldo Canibal Antunes”, da Doutora em Literatura, Alessandra Santos, analisando a ligação do artista com o movimento modernista do século XX. Traçando um paralelo direto entre a obra de Antunes e o Manifesto Antropofágico de Oswald de Andrade, de 1928, Alessandra analisa como, atualmente, não há artista que siga a proposta de “devoração metafórica” de elementos estrangeiros para produzir uma síntese brasileira como Arnaldo Antunes. Partindo do pensamento do canibalismo cultural para explicar a obra e as influências do artista, Alessandra observa que, em todos os campos em que se aventura, a obra de Antunes “é viva e alerta, lúcida como somente os vanguardistas foram (...). Arnaldo é inovador e corre riscos artísticos que poucos ousam, sempre almejando uma utopia”. Dividida entre Arnaldo Antunes e a Poesia: poética da percepção; Arnaldo Antunes e a Música: poética da Bricolagem; e Arnaldo Antunes e as Artes Visuais: poética da apropriação, a análise de Alessandra avalia que a obra do ex-Titã reinventa e dialoga com o movimento antropofágico para criar a própria obra. Ou, na definição do próprio artista: “É por meio da palavra que eu transito entre as linguagens. Ela é uma espécie de intersecção.”.

FICHA TÉCNICA

Autora: Alessandra Santos
Páginas: 296 páginas
Formato: 20 x 21 cm
ISBN: 978-85-64013-47-6

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A lista do currículo de Arnaldo Antunes é extensa: ex-Titãs, ex-Tribalistas, poeta, pintor e músico solo. Apesar de multi-artista, Arnaldo Antunes mantém uma identidade própria que é constante em sua obra, mas que, ao mesmo tempo, pode ser vista como uma amálgama das influências que constroem seu processo criativo. E é essa capacidade de consumir fontes diversas e digeri-las numa obra própria que torna o artista o objeto de estudo de “Arnaldo Canibal Antunes”, da Doutora em Literatura, Alessandra Santos, analisando a ligação do artista com o movimento modernista do século XX. Traçando um paralelo direto entre a obra de Antunes e o Manifesto Antropofágico de Oswald de Andrade, de 1928, Alessandra analisa como, atualmente, não há artista que siga a proposta de “devoração metafórica” de elementos estrangeiros para produzir uma síntese brasileira como Arnaldo Antunes. Partindo do pensamento do canibalismo cultural para explicar a obra e as influências do artista, Alessandra observa que, em todos os campos em que se aventura, a obra de Antunes “é viva e alerta, lúcida como somente os vanguardistas foram (...). Arnaldo é inovador e corre riscos artísticos que poucos ousam, sempre almejando uma utopia”. Dividida entre Arnaldo Antunes e a Poesia: poética da percepção; Arnaldo Antunes e a Música: poética da Bricolagem; e Arnaldo Antunes e as Artes Visuais: poética da apropriação, a análise de Alessandra avalia que a obra do ex-Titã reinventa e dialoga com o movimento antropofágico para criar a própria obra. Ou, na definição do próprio artista: “É por meio da palavra que eu transito entre as linguagens. Ela é uma espécie de intersecção.”.

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Autora: Alessandra Santos
Páginas: 296 páginas
Formato: 20 x 21 cm
ISBN: 978-85-64013-47-6

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